E o profissional da contabilidade que acompanha essa evolução sai na frente. Todos os dias surgem novas regras, novas tecnologias e novos desafios. E nesse cenário, ninguém cresce sozinho. O Sindicato dos Contabilistas de São Paulo existe há mais de 106 anos para apoiar, orientar e fortalecer quem vive a contabilidade na prática. Aqui você encontra capacitação, atualização profissional, eventos, debates e uma rede que conecta contadores em todas as fases da carreira. dos contabilistas de São Paulo. Inteligência em ação. Ideias. Podemos começar?
Podemos.
Então, a todas e todos associados e pessoas que nos acompanham aqui na sala e no canal do YouTube do Sindicte. Muito prazer, meu nome é Ivan, sou diretor social, eu estou diretor social aqui do CindCT e Dinis logo vai voltar também, tá? Daqui a pouco tá tá a presença do nosso amigo e colaborador, né? E gostaria de apresentar o professor Bruno, Bruno Henrique Lucas, né?
Isso aí. como é o nosso grande palestrante de hoje, gente, uma uma pedida excelente para a gente ter um eh esse contato com a tecnologia e como ela pode auxiliar nos nossos negócios, na parte de nas nossas oportunidades, tá bom? E o Bruno é empresário contábil, palestrante e Bruno, a palavra tá com você, meu amigo.
Tá bom, muito obrigado, viu? Prazer, pessoal. Boa noite. Para mim é uma honra tá podendo falar com vocês. Eh, a minha vida foi transformada graças ao setor contábil, então eu tenho um carinho muito especial por cada um de vocês. E tá mudando, hein? Tá mudando para caramba. É tanta informação, é tanta coisa nova que eu não sei vocês, mas às vezes eu fico perdido, não sei para onde ir. E espero que a aula de hoje possa de fato contribuir pra vida de vocês, pro negócio de vocês. Se tiverem alguma dúvida, eu estou à disposição para ajudar, para clarear a mente, para clarear os pensamentos, porque eu acho que sozinho a gente pode até chegar em algum lugar, mas quando a gente tá junto em equipe, a gente chega muito mais rápido e tem a a eu tenho uma convicção que a gente consegue muito mais longe ainda. E é por isso que eu estou aqui somando na vida de vocês nessa noite. Para mim é uma honra de fato, ser convidado para poder falar um pouco da nossa experiência, da nossa expertise, daquilo que a gente vem aprendendo com o decorrer do tempo, buscando informação, né? Hoje é tudo tão acelerado e eu não quero ficar para trás e com essa e com esse intuito, com esse desejo estar sempre em busca de coisas novas, eh, de conhecimento que realmente dá para colocar em prática. E o que eu quero passar para vocês hoje é algo que eu coloquei em prática na minha vida, nos meus negócios, na minha empresa e que está dando certo e principalmente quando a gente fala de IA. Eh, há uns se meses atrás, eu tomei uma decisão de sair das redes sociais. Eu simplesmente eh peguei a minha a o meu Instagram, entreguei para uma social mídia e falei: "Agora, a partir de hoje, você toma conta. O que você quiser que eu publique, que eu crie de conteúdo, você vai me mandar o roteiro, né? Eu vou criar uma pasta. A gente, eu vou colocar nessa pasta, você publica, você edita, você faz. Mas eu não vou ficar mais eh consumindo rede social, porque eu tava vendo que isso estava tomando muito o meu tempo. Eu achava que eh eu precisava estar consumindo rede social para estar produzindo conteúdo. E o que eu tava fazendo é o seguinte: "Não, hoje eu vou gravar um vídeo." Aí eu abri o Instagram e na hora que eu vi tinha passado duas, 3 horas e eu tinha perdido o meu dia inteiro me sabotando, achando que eu ia produzir alguma coisa. Na verdade, eu estava só consumindo. Eu cheguei a conclusão que desse jeito não dava, porque eu eu estava eh tirando de mim, da minha família, tirando da minha empresa, aquilo que realmente era o fator mais decisivo e o mais importante, que era o meu tempo. Então eu decidi terceirizar as minhas redes sociais e com isso, graças a Deus, a gente conseguiu ter mais produtividade, ser mais assertivo naquilo que a gente tá fazendo. E vocês vão ver que muito do meu negócio hoje tem a ver com as redes sociais. Então, quero me apresentar para vocês. Eu vou eh abrir a minha tela aqui para vocês verem quem eu sou, de quem que quem que o Ivan chamou para fazer o palestrante dessa noite. Vamos lá. Tá dando para ver a tela aí direitinho?
Agora sim, professor.
Tá. Então, eh, isso aqui sou eu, sou Bruno Henrique, eu sou de Uberlândia, Minas Gerais. Eu decidi de fato pagar o preço. E quando eu descobri que que era pagar o preço, eu eu quase caí para trás, que pagar o preço é tirar o dinheiro do bolso mesmo para tá do lado de grandes empresários, grandes empresários que já chegaram lá. Chegaram lá aonde? liberdade financeira, liberdade geográfica, algo que realmente eu gostaria de poder viver, que é conhecer vários lugares do mundo, andar em carros bons e proporcionar o melhor paraa minha família, pros meus familiares, para aqueles que estão próximo de mim. E eu queria saber como que eles conseguiram chegar onde chegaram. E a maioria das respostas eram conexão, não era o intelecto, não era o currículo, era simplesmente as conexões, como que eles faziam, as conexões que faziam e como que essas conexões geraram resultados tão grandes. Então eu fui atrás dessas conexões, paguei o preço para estar ao lado dessas pessoas e eu descobri uma coisa muito interessante que eu achava que resultado era o que dominava o jogo. Se eu quero realmente estar próximo dessas pessoas, o meu resultado fala por si só. E na verdade não é, porque recentemente entrou um um jovem no nosso ecossistema que que eu faço parte, inclusive o dono, o mentor desse ecossistema, é o cara que trouxe o Neymar pro Brasil. Você vê o peso desse ecossistema. E uma das pessoas que acabou de entrar nesse ecossistema é um jovem de 28 anos que comprou uma empresa por 1 bilhão deais. 1 bilhão.
Bilhão.
Então assim, resultado eu já vi que não é o que chama atenção realmente dos grandes, mas o que chama atenção deles é pergunta. É algo tão simples que muitas vezes a gente foi barrado de desenvolver essa habilidade em nós. Menino, larga de ser chato, você faz pergunta demais, não incomoda as visitas. Quem nunca ouviu isso? Eu ouvi demais e era para mim uma grande trava, um grande bloqueio. Então eu, já que eu paguei muito caro para estar do lado dessas pessoas e descobri que o que ia me colocar no mapa era fazer perguntas, eu tive que desenvolver essa habilidade de aprender a fazer perguntas. E para isso eu usei o nosso querido chat GPT. A nossa aula de IA hoje não vai ser sobre chat de EPT, mas não tem como não começar a ser introduzido nesse mundo se não for com ela, seja para corrigir texto, para redigir e-mail. Hoje, infelizmente, tá sendo impossível ficar sem ela. Então, eu usei ela, eu tirava print da tela do Instagram das pessoas que eu queria me conectar e falava assim, ó: "Gere perguntas do relacionado ao meu negócio para essa pessoa". E aí eu escolhi alguma dessas perguntas e fazia uma pergunta e muit das vezes era era muito assertivo. Eu tinha respostas eh muito boas. E com essas respostas que eu mandava gravar, com essas perguntas, o que acontecia? Eu publicava isso nas redes sociais e o que gerava de sentimento da outra pessoa do lado de fora quando via era que eu tinha algum relacionamento com essa pessoa. Então esse é o poder das perguntas e realmente isso causa na mente das pessoas. Se vocês quiserem conhecer um pouco mais do meu perfil, acho que na nas duas primeiras eh as duas segundas eh posts são de perguntas que eu fiz para pessoas relevantes e que eu fiz questão de de deixar fixado, porque isso me coloca no mapa. E aqui que eu quero mostrar algo muito interessante para vocês. Você só tem uma primeira chance de causar uma boa primeira impressão. Então a gente quer crescer o nosso negócio, depende de clientes, depende de estar com novas conexões, de ser indicado. E quando uma pessoa te indica ou quando você conhece uma pessoa nova, qual a primeira impressão que você deixa, já que você só tem uma oportunidade de causar uma boa primeira impressão? Essa foi uma das perguntas que me fizeram, uma das mentorias que eu participei. E de lá para cá, dessa pergunta para cá, eu tenho investido muito em estar muito bem apresentado e também com que as minhas redes sociais estejam muito bem apresentadas, porque ela é o meu cartão de visita, a minha rede social é meu cartão de visita. Não dá mais para colocar cartãozinho de visita na mão das pessoas. Eu não sei vocês, mas quando eu recebo um, eu jogo fora, porque eu vou fazer o que com aquilo agora? O Instagram, não. O Instagram você segue a pessoa, você vê a rotina dela e ali ele tem que estar muito bem alinhado com o que você faz e principalmente os seus números, qual o resultado que você resolve, quem você é, com quem você se relaciona. Isso muda muito o jogo. Hoje, quando eu falo que o João Adibe é meu cliente, isso tem um peso muito grande, mas foi uma construção gigantesca para chegar nesse tipo de de pessoas e fazer com que a minha solução fosse uma solução que realmente fizesse sentido para esse cara. E através de desses ambientes que eu decidi participar, eu tive acesso ao contador do João Adib e eu faço questão de mostrar por onde eu passo, qual o tipo de cliente que eu atendo. Então é é isso que nós usamos hoje nesse meio para crescer. O nosso desejo é crescer. Eu preciso de cliente para crescer. Eu preciso vender cada vez mais. Porém, o meu negócio é muito parecido com o de vocês. Eu não sou contador. Para falar a verdade, há 5 anos atrás eu era Uber. Cinco, não, se anos atrás eu era Uber. E eu não via perspectiva nenhuma em nenhum negócio que me apresentavam. Até que um dia um amigo pastor da nossa igreja falou assim: "Bruno, eu acho que ele ficou com dó de mim, que eu tinha batido o carro alugado pela segunda vez. Aí ficou com dó de mim. Fora: "Tem um negócio lá na empresa, talvez faça sentido para você. vai conhecer. Eu conheci era a certificação digital e é um negócio que hoje realmente