AI threatens traditional accounting firms' viability, expert warns

TLDW: Traditional accounting firms face existential disruption from AI and automation, requiring a fundamental shift from pre-built software to custom solutions rather than incremental technology adoption.

Key points:

  • Accounting and professional services (BPO, finance, HR, legal) are undergoing massive transformation driven by AI, not just a marginal technology shift
  • Building custom software is now affordable; the real cost is continuing to think and operate using legacy business models
  • Pre-built accounting software alone will not solve modern practice challenges—firms must rethink their entire approach to service delivery
  • The accounting industry is experiencing a transformation similar to the mainframe-to-desktop computer transition of the 1970s-80s
  • Roberto Dias Duarte, the expert, promises Brazilian accounting professionals insights rarely seen domestically, suggesting significant market disruption is underway

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[música] [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] [música]

[música] [música] [música] [música]

Olá, sejam todos muito bem-vindos nosso segundo dia dessa temporada de lives RDD. Vamos falar de inteligência artificial. Pois é, gente. Aí, você já se perguntou se o escritório tradicional de contabilidade está ou não com os dias contados por causa da inteligência artificial? Olha só, eu vou chamar o cara que é o expert, nosso eh especialista no assunto. Ele não é um guru que você vê por aí, um influencer, não é nada disso. Ele ensina de verdade, viu? Tá aí, Roberto Dias Duarte. Tudo bem Roberto? Áudio. [risadas]

Boa tarde, Magda. Boa tarde, pessoal. Tudo bem? Muito bom estar aqui com vocês mais uma vez nessa temporada de lives e hoje o bicho vai pegar com força. Eu prometo aqui para vocês um conteúdo que vocês nunca viram antes. Não aqui no Brasil, fora até tem, mas aqui no Brasil vocês nunca viram. Com certeza absoluta.

Então diante disso, a dica é pega esse link e compartilha aí nos teus grupos de contadores, porque tem muita novidade. E eu já vou avisar para vocês o seguinte, ó. A gente tá com o miniurso de AP para contabilidade com inscrições abertas. Agora estamos com ele com 80% de desconto. Então ele tá R$ 89 para você entrar no minicurso. Aproveita, te inscreva logo nesse minicurso e aproveite, tá? Lote vale só por 24 horas. Então entra logo aí. Eu vou colocar o link para vocês no chat. Quem tá nos acompanhando pelo Instagram, tudo bem? Boa tarde, sejam bem-vindos. Vou colocar o link para vocês aí também daqui a pouquinho. Fiquem atentos. E aí, Roberto, qual que é o nosso cardápio de hoje, viu? Hoje eu vou te perguntar. [risadas]

Ah, hoje o cardápio é sensacional. Podemos começar, então?

Vamos lá. Tá aí.

Cardápio do dia é rapadura. A sobremesa pós aquele almoço maravilhoso que eu sei que você teve aí é rapadura. Porque rapadura é doce, mas não é mole. E o que tá acontecendo é exatamente isso no mercado de contabilidade e BPO de uma forma geral, tá? Não é só contabilidade não, tá gente? qualquer tipo de serviço de natureza profissional, BPO contabilidade finanças RH jurídico, tudo isso tá passando por um processo de transformação gigantesco. E eu vou mostrar para vocês que criar software ficou barato. Criar software é é o menor dos problemas que nós temos hoje. O caro é continuar pensando da mesma forma que antes, ou seja, pensando que comprar software pronto vai resolver seu problema. Não, não vai, tá? Podem ter certeza disso. E a gente vai fazer uma jornada, jornada pros primórdios aí do início da era da informática no mundo. E engraçado que o mundo começou mais ou menos na década de 70, 80 com os sistemas sendo construídos ainda nos mainframes, nos computadores de grande porte e que a entrada de dados era aquela tela verde, né? muitas vezes até antes disso, cartão perfurado ainda, né? E e na minha vida profissional, eh, em 1987, eu tinha 17 anos, eu fiz o caminho inverso. Eu comecei a desenvolver software no microcomputador, num XT e não no mainframe. E depois, dois anos depois eu fui pro mundo dos mainframes trabalhar com cobol, com um unicis, que era basicamente só tinha dois tipos de mainframes no mundo, né? pelo menos aqui no Brasil era o IBM e o Unicis. E eu fui justamente parar nesse mundo dos mainframes e unices. E o que que aconteceu é que naquela época desenvolver era muito difícil, era muito complicado. Eu cheguei a construir ah sistemas de contabilidade, folha de pagamento estoque emissão faturamento, emissão de nota, né? E CMS naquela época era simples, era fácil, não é essa complicação que é hoje. Ah, folha de pagamento sempre foi complexo, tá? Planejamento e controle da produção. Eh, participei de sistemas de contabilidade para bancos, sistemas de conta corrente, crédito, cheguei a a ser responsável sozinho, praticamente sozinho, por um sistema de conta correntes de um banco com 600.000 correntistas. Então, é, é uma responsabilidade gigantesca, só que era muito caro desenvolver software, era muito caro, né, e muito difícil. E o mundo mudou um pouquinho quando começaram a surgir os RPS, né? O primeiro deles foi o SAP. Quatro ex eh profissionais da IBM fundaram a SAP. E aqui no Brasil, um pouco depois, surgiu a microSiga, que hoje é Totus, a Data Sul, que hoje é Totus, a RMTS, né? E esses RPs, esses RPS eles de certa forma baratearam pras empresas o processo de utilização de sistemas de gestão. Na realidade a implantação ficou mais cara, né? A implantação ficou mais cara porque antes você construir um software que era a cara da sua empresa, você fazia 100% personalizado. Depois você tinha que comprar um RP e tinha que adaptar o seu processo ao processo do sistema, mais ou menos como vocês estão vendo hoje em dia ainda, né? a gente tem que adaptar o processo da empresa ao software e não ao contrário. Mas naquela época, início dos anos 80 aqui no Brasil, ah, tanto Dataul, RM, Microsiga prosperaram muito, elas venderam muito e isso viabilizou que as pequenas empresas pudessem ter acesso a software que antes somente as grandes poderiam contratar equipes de desenvolvimento, né? Então essa mudança no mundo foi muito importante. Ela meio que democratizou até um certo nível, né, até o nível das médias empresas, o a possibilidade de ter a sua gestão informatizada. Só que aí veio uma mudança, veio a mudança do DOS pro Windows, do DOS para o Windows, lembra do DOS? Pois é, tem gente até hoje usando. E ok, né? Cada um com o seu ema, ema, ema, cada um com seus problemas. Tem gente que usa dos ainda. E naquele momento, por incrível que pareça, algumas coisas no processo de desenvolvimento do software ficou mais barato, algumas coisas ficaram mais baratas, mas em de forma geral o custo total de propriedade de um software ficou mais caro. Porque para desenvolver um sistema Windows, você precisava de coisas, de profissionais, de recursos, de uma gestão mais apurada do software. não era tão simples quanto desenvolver um software com interface caracter. A interface gráfica exige pessoal especializado em em UX, né? interface gráfica, exige pessoal especializado em em qualidade, enfim, o processo, de uma forma geral de desenvolvimento software ficou mais caro, mais complexo e, portanto ah também a implantação acabou sendo mais cara, né, naquele momento. E aí veio a outra virada que é o mundo do software como serviço. As empresas saíram do sistema instalado, proprietário ali no seu no seu servidor e passaram a usar sistemas da nuvem, sistemas aonde você não compra mais a licença, não compra mais o os o servidores, sim aluga o o sistema, o software, o RP por um determinado período de tempo. Atualmente o período de tempo mais usual é o mensal. Você paga mensalidade para usar um software. E aí o que que aconteceu é que isso de certa forma ganhou escala, né? as empresas passaram a ter mais escala na distribuição do software e barateou a implantação, mas por outro lado, o custo de desenvolvimento de um software ficou caríssimo. Ficou muito muito muito muito complicado fazer um software de gestão. Mesmo o sistema simples financeiro fica caro, porque não é só construir aquelas funcionalidades. você precisa cuidar de todo o processo de infraestrutura, de segurança, de disponibilidade, de escalabilidade, de governança, de, enfim, o processo ficou muito caro, o que praticamente impediu que as empresas pequenas e médias pudessem ter eh sistemas personalizados, né, sistemas adequados à sua realidade e não o contrário. Só que a IA chegou agora barateando aí o processo todo de desenvolvimento. Porém entretanto todavia contudo não basta fazer um prompt, não basta comprar o lovable, não basta comprar o có, o cloud code. Isso eu todo dia recebo mensagens aqui de amigos, inclusive mais recentemente, um deles me falou o seguinte: "Olha, eu eu tô com um problema aqui. Eu criei um um um sistema pra gente usar internamente que eu não sei se ele tá seguro, se ele tem garantia aí contra eh invasão, contra fraude, contra, enfim, governança de uma forma geral, né? Então, na realidade, o processo de desenvolvimento de software está realmente se tornando cada dia mais barato, mas isso não quer dizer que você consiga desenvolver o software comprando uma ferramenta, porque o método passou a ser o ponto mais caro do processo. Se você não tem método, o desenvolvimento do software fica muito, muito, muito, muito, muito caro. Se você tem método, ele fica muito, muito, muito barato e seguro. Então, na prática, o que que a gente tá falando? O que que a gente tá falando? É o seguinte, automatizar um processo ruim é basicamente criar ou automatizar com um processo de desenvolvimento de software ruim é basicamente você criar um um uma fábrica de erros, uma fábrica de fragilidades, uma fábrica de problemas e riscos que você vai ter no futuro, porque eh a operação da sua empresa fica refém de uma série de fragilidades estruturais do software que você tá construindo. Mas o serviço agora entra numa outra fase. Entra numa fase de que não é mais o software que virou o serviço e sim o serviço que tá virando software e acaba tendo uma mistura do que que é efetivamente um serviço executado e um serviço como software. E essa mistura, eu vou desmistificar aqui para vocês. Na prática, a gente já tem falado aqui no Brasil e no mundo inteiro, né? Eu acompanho eventos da contabilidade já há algum tempo no Reino Unido, nos Estados Unidos, na Europa como um todo e aqui no Brasil. E fala-se muito desde o de meados aí de dos anos 2010 em transformar o serviço em produto. Só que isso nunca foi possível, porque produtizar algo artesanal é um trabalho ercúlio, é um trabalho que depende de outro ser humano auditando o processo que é manual, né? Então o que que significa efetivamente ser um produto tecnológico, né? Pra gente entender esse processo, que é o que eu vou explicar aqui agora para vocês, é muito importante que vocês entendam como que se constrói um software e por que ele é tão caro, né? Para construir um software hoje em dia, um

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