Brazilian accounting board explores AI's role in accounting education

TLDW: Brazil's Regional Accounting Council discusses AI's emerging role in accounting education and professional development, positioning it as essential for modern accounting curriculum.

Key points:

  • The live is part of CRC GO's weekly educational series designed to support accounting students and professionals with relevant industry topics
  • Speakers include Adrielle Camparoto (coordinator of the State Education Commission) and João Victor Cesário (adjunct coordinator of CRC Young Leaders), representing both educators and the next generation of accountants
  • CRC Jovem (Young Accounting Professionals group) aims to integrate accounting students into the professional system and highlight free training courses and certifications that count toward academic requirements
  • Technology adoption is advancing in Goiás educational institutions (particularly federal institutes) through innovation initiatives, technology olympiads, and classroom integration
  • The discussion frames AI as a present and urgent topic affecting both accounting students and working professionals in their daily practice

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Podemos iniciar.

Olá, boa tarde a todos. Sejam muito bem-vindos a mais uma live do Conselho Regional de Contabilidade de do estado de Goiás. E estamos aqui nesse projeto bacana de lives que acontecem todas as quintas-feiras para discussão de várias temáticas aí que contribuem para a formação do profissional contábil e também para constante atualização dos contadores. E hoje estamos aqui para discutir uma temática que é muito presente no dia a dia tanto de estudantes como de profissionais contábeis que é inteligência artificial. É, e para discutir um pouco sobre essa temática, eu, né, sou Adrielle Camparoto, coordenadora da Comissão Estadual de Educação do Conselho. Estamos aqui também junto com João Victor Cesário que é, é, coordenador adjunto da Comissão do CRC Jovem, Jovens Lideranças e eu aproveito passo a fala para ele se apresentar.

Olá, pessoal. Como bem disse a professora Adrielle, meu nome é João. Fiz Ciências Contábeis pela Universidade Federal de Uberlândia. E hoje sou coordenador adjunto do CRC Jovem do estado de Goiás. Hoje o CRC Jovem ele tem o principal objetivo de fazer a integração de jovens estudantes de contabilidade ao sistema CFC CRC. Hoje também estou fazendo MBA em gestão estratégica de negócios pelo IF Goiano, Campus Itumbiara. Lá Aí vejo que os IFs Goianos, é, estão bastante avançados em relação aí a e as tecnologias. Lá eles participam bastante de olimpíadas de tecnologia, tem muita, é, iniciativa de, de inovação, é, tem bastante tecnologia dentro de sala de aula e a gente que tá dentro das faculdades e do, dos IEFs, eu vejo que também isso é uma iniciativa do governo, é, de Goiás como um todo. Isso é um ponto bastante importante, é, bastante positivo, né, pro nosso estado. Bom, enfim, é uma honra estar aqui com vocês nessa live. Eu estou aqui representando os estudantes de Ciências Contábeis do estado de Goiás, então é uma grande responsabilidade e já de antemão eu quero agradecer ao senhor Ricardo por ter disponibilizado esse tempo conosco. Sei que a agenda dele é, é bastante corrida. Quero agradecer também a profe, professora Adrielle e ao CRC CRC Goiás por ter organizado essa live tão, tão importante. E por último, eu quero fazer um convite para vocês estudantes que estão vendo essa live, sigam as, as, as redes sociais do CRC Goiás e também nós temos uma rede social no Instagram, CRC Jovem Goiás. Lá vocês podem acompanhar as ações que estão feitas, é, estão sendo feitas e o mais importante é vocês estudantes ficarem dentro é das é, ficar de olho da, na, das divulgações de cursos e palestras. O CRC Goiás, ele organiza muito cursos e palestras que são gra, gratuitos e isso é muito importante dentro da sua graduação. E além disso, vocês ganham, é, horas curriculares que é bastante importante, tá bom? Muito obrigado.

Bom, obrigada pela, pela fala, João Vitor. É, e aí complementando, eh, quando nós fomos, recebemos o convite para, para organizar a live, para, para debater assuntos, como nós somos da comissão de educação, nós pensamos nessa temática que é tão atual, né, a inteligência artificial no ensino contábil, e aí a abordagem de novos caminhos, tanto para aprender como para ensinar. Então, nessa, nesse momento aqui, o João Victor representa, como ele falou, a perspectiva dos estudantes, para a gente discutir, então, como a IA pode ajudar os estudantes no, no melhor aprendizado e na perspectiva do professor, né, então, nós vamos também mediar como os professores podem também usar a IA para otimizar aí o ensino. E aí agradecemos, né, o CRC por esse espaço, agradecemos o João Victor e agradecemos imensamente aqui também o professor Ricardo Villaverde, que disponibilizou da agenda dele esse tempo para discutir para a gente essa temática. O professor Ricardo Villaverde é, é graduado em Ciências da Computação pela PUC Goiás, é, tem MBA em Planejamento Estratégico pela FGV e MBA em Ciências de Dados pela PUC Goiás também. Atualmente, ele é gerente de inovação aberta da SEAD do estado de Goiás, é servidor do, do nosso estado já há 26 anos, com ampla experiência em projetos de tecnologia, então, ele vai ter muito aí a agregar para a gente nessa discussão. É também professor na Escola de Governo, em cursos de inteligência artificial e inovação aberta e também é professor universitário, né, que vai dar aí um pouco essa perspectiva de professor do ensino superior aí para a gente. Professor Ricardo, seja muito bem-vindo e fique à vontade para suas considerações.

Ah, obrigado, Guilherme, obrigado a todos. Obrigado pelo convite também, né, foi uma honra poder participar aqui com vocês. Eh, então, nós vamos poder discutir e contribuir aqui um pouco, né, sobre, sobre como tem sido essa uso de inteligência artificial no dia a dia, na verdade, né, porque hoje é até muito difícil a gente separar para assim, ah, vou utilizar, vou falar só de inteligência artificial só na parte acadêmica, ou só na parte de trabalho. Na verdade, a gente tem utilizado ele no dia a dia, né? No trabalho, na vida, né? No, em tudo que a gente faz hoje ele tá incorporado, né? Então, faz parte. Então, é interessante a gente abordar isso, né? Eh, eu vou compartilhar aqui, né, um, um, uma apresentação que, que é que eu fiz. Essa aqui. A ideia é, é compartilhar com vocês um pouco, né? Para a gente fazer uma introdução e, posteriormente, claro, a gente abrir um espaço aqui para que todo mundo que tá assistindo possa, possa contribuir também, possa dar ideias, possa perguntar e aquilo que for possível, né? Que eu conseguir responder, obviamente, nós vamos dar uma, uma ideia, né? Então, ah, primeiro, né? Ah, já foi a, a Adrielle já, já apresentou, né? Toda, aqui na, na, no estado de Goiás, eu sou, hoje, atualmente, estou como gerente de inovação aberta, que, que envolve, né? É você trazer para dentro da administração, e isso é interessante também, que envolve trazer para dentro da administração soluções de problemas públicos que envolvem startups, que envolvem governo, que é o que a gente chama de hélice da inovação, né? Então, é startups, governo, academia. Então, universidades, centros de tecnologia. E por que não até pessoas também, né? Então, a ideia é, é, é, é uma hélice onde envolve várias pessoas, várias ideias para resolver problemas, para desenvolver. E nesse problema a gente tem feito, por exemplo, uma, um programa que tem sido um, é bem, muito premiado, tem sido um destaque nacional, que chama o Grupo Tech, que é uma iniciativa aqui da SEAD com, com a SECT, né? Que é a Secretaria de Ciência e Tecnologia, junto com o Hub Goiás, onde a gente tem feito uma jornada apresentando problemas, solução para as pessoas. E e a gente tem recebido de de empresas, né, propostas para poder desenvolver. E é uma boa parte delas com soluções de inteligência artificial, né, que então ela se tornou aí isso muito, eh, envolto, né? Então, também, né, minha área de atuação, também sou professor já há há muitos anos nas áreas de tecnologia também, né? Então, atualmente eu sou na Unifam, inclusive eu já vi aqui colegas meus aqui participando, o professor Pedro Amaral, que é lá da do curso de de contabilidade, já deu um alô aqui, né? Um abraço para ele lá, meu meu colega lá junto. Então, eh, além da Escola de Governo, é na AP também, que é da Administração Pública. Vamos lá, só para a gente entender um pouco esse contexto aí. Quando a gente fala hoje de inteligência artificial, não tem como a gente não voltar e pensar um pouco de no no passado, né? Você vê a a estudar, você vê a população, você vê o ser humano, na verdade, em todo todo esse período, todo o momento, eh, ele vem passando por mudanças tecnológicas. Então, se você pegar o ponto lá atrás, né, no início das Você pega as pirâmides lá de de Gizé, 2.600 anos atrás, a gente olha para essa construção e é impossível a gente não imaginar que houve que era utilizado um processo de tecnologia muito avançado, até mesmo para aquela para hoje é avançado, imagina para aquela época, para desenvolver, resolver e construir aquilo ali. Então, assim, daquela época já se se pensava ou se já já se construía tecnologias que pudessem resolver ou solucionar problemas que existiam naquele momento lá. Se a gente avança um pouco e a gente olha aí para as para as muralhas da China, né? Que é 220 anos antes de Cristo. Também é uma das únicas construções que a gente consegue ver dos dos é é o, é o, as naves espaciais lá na que eles estão ao redor, né? Na, na órbita do, do planeta consegue ver, é, então uma, é uma solução, obviamente de engenharia, que foi feita com o uso de tecnologia para fazer isso também. E o último que a gente olha aqui, né? Da, da Apollo 11, na década, no final da década de 60, começo da década de 70, onde você vê as, ah, naves, né? O homem pousando na lua e tecnologia capaz de fazer isso também. Inclusive dessas pesquisas que foram feitas foram utilizadas, é, o desenvolvimento de muita tecnologia, inclusive daí surgiu a internet, né? Por hoje que a gente está aqui, ó, temos, temos conseguido conversar. É, surgiu de pesquisas que eram do meio acadêmico, se desenvolveram pesquisas para alcançar, é, é, criar uma rede de computadores e depois essa rede de computadores foi se expandindo, ah, inicialmente de forma militar, né? Que era a Arpanet, que era dentro do Departamento de Defesa Americano e ali foram desenvolvendo. E ao mesmo tempo, é, soluções de inteligência artificial também foram sendo discutidas um pouco antes dessa década aí, porque se você pensa, a gente fala de inteligência artificial, o conceito dela ela surgiu lá na década de 50, né? Foi uma, dentro da universidade também, uma quinzena que ele criou esse nome, que a ideia era que você criar é, máquinas que pudessem simular o que o homem faz, né? Então, a, a ideia aqui é para a gente ver o seguinte, de tempos em tempos a gente tem passado por evoluções tecnológicas que se tornam revoluções dentro da, da sociedade. Então, é muito difícil a gente separar a, o quanto a, essas novas tecnologias, elas podem impactar o, o nosso

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